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NÓS
elementos pra a edição franceza que a casa Van Dest, de Bruxellas, vae fazer do meu livro.
E a propósito não seria possível obter-se uma fotografia da taboa de Belvis do tamanho 24 por 30, ou, pelo menos, 18 por 24? Sendo isso possível e não havendo aí chapas especiais achromáticas, eu mandal-ashia V. E.*. Tinha grande empenho em reproduzir na edição franceza do meu livro, a taboa de Belvis e ainda, se isso fosse possível, um fresco gallego do XIII ou XIV século. E como a edição não ter o tamanho da portuguesa, e ainda mais luxuosa, são indispensáveis fotografias, pelo menos, do tamanho 18 por 24.
Se houvesse aí quem estivesse disposto a pagar as despesas de viagem e hospedagem (e a viagem é só do Porto a Santiago) ao Prof. Luciano Freire, o admirável restaurador dos quadros de S. Vicente, e meu colega na Academia Real das Bellas-Artes de Lisboa, eu conseguiria que elle fosse aí examinar e tractar a taboa de Belvis. Arrancada a legenda que lhe foi aplicada no século XVII (?) poder-se-hia com segurança fazer se o seu estudo, e essa honra caberia a V. E.* para maior lustro da Galliza e da arte Gallaico-portuguesa.
Por ser desinteressadíssimo, o Freire não é rico, e por isso só pagando-lhe as despesas de viagem e as de hospedagem, poderá ir aí.
Rogo-lhe o obsequio de me escrever para:
Avenida da Boavista 17 II, Porto. Portugal
De V. E.* admirador e amigo grato e dedicado.—José de Figueiredo*.
Coido de grande intrés a carta, e decídomo á dala á publicidade, tanto pra que sexa unha lumieira máis pra quen faga a biografía do chorado erudito noés, canto pol-o que supon de autobiográfico no distinto home de cencia da terra irmán.
ALVARO DE LAS CASAS
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172
Dias em Coimbra, — A. G. da Rocha Madahil, — A política de D. Afonso V apreciada em 1460, — Moura Relvas, Higiene intelectual escolar, — P. José dos Santos Mota, Métrica de Camões.
Março e Abril, 1931.
SUMÁRIO: J. Leite de Vasconcelos, Acção Episcopal na formação e desenvolvimento de povoações portuguesas, — Henrique de Campos Ferreira Lima, Notas a propósito de uma poesia inédita de Garret, — A. G. da Rocha Madahil, A política de D. Afonso I, — Moura Relvas, Higiene intelectual escolar, — P. José dos Santos Mota, Métrica de Camões.
BROTÉRIA, Julho 1931.
SUMÁRIO: A nova Antropologia criminal, Serafim Leite, — A evolução do dogma, A. Martins Gama, — D. Duarte e as responsabilidades de Tânger, Domingos Mauricio, — O futuro da aviação na guerra, M. P. de Portocarrero, — Direito canónico, E. Lombart, — Duas datas sociais: 1891-1931, S. L., — Pelo Brasil, Soares de Acevedo, — Notas e factos. Subsídios para o Vocabulário Português, J. Serafim Gómes, — Notas bibliográficas, — Obras recebidas na Redacção, — Efemérides.
BROTÉRIA, Agosto 1931.
SUMÁRIO: O Padroado e a expansão portuguesa no Oriente, Serafim Leite, — Erich Wasman, J. S. Tavares, — A evolução do dogma, A. Martins Gama, — Directrices de Profilaxia Social, Riba Leça, — Um novo caso de Trofobiose, J. S. Tavares, — A renovação católica na literatura contemporânea da França, Domingos Mauricio, — O movimento religioso no Brasil, Soares de Azevedo, — Notas e factos, — Revista de revistas, — Notas bibliográficas, — Obras recebidas na Redacção, — Efemérides.
PORTUCALE, Janeiro e Fevereiro de 1931.
SUMÁRIO: Evolução sematológica da palavra «Cidade», J. Leite de Vasconcelos, — Ponte Vecchio, Ricardo Jorge, — Vão orgulho, Florbela Espanca, — Inéditos e autógrafos, — Uma Saúde aos noivos, Carlos Reis, — Raízes da Nacionalidade portuguesa e maternidade da sua civilização, Jaime de Magalhães Lima, — Poentes, Claudio Basto, — Soares dos Reis, Pedro Vitorino, — Bibliografia do Pa-
NÓS
leonovo relativa a Portugal, Carrington da Costa, — Varia, — In Memoriam (António Patrício e Florbela Espanca), — Bibliografia, — Novidades, — Vida Académica, — Leilões de Livros, — Res et verba.
Março e Abril de 1931.
SUMÁRIO: Raul Brandão, Ferreira Soares, — Nota linguística, — Alguns processos de expressividade fonética, João da Silva Correia, — Abside da Sé de Braga, desenho de Zeferino Couto, — Inéditos e autógrafos, — Notável obra de ferro forjado do Século XII, Emanuel Ribeiro, — Notula filológica, Francisco Torrinha, — Um pintor francês em Portugal, Armand Julien Pallière, Henrique de Campos Ferreira Lima, — Na Exposição das rendas de Vila de Conde em Lisboa, Luís Chaves, — Nuvens, quadro de Júlio Ramos, — Varia, — Bibliografia, — Novidades, — Vida Académica, — Leilões de Livros, — Res et verba.
PORTUCALE, vol. IV n.º 21, Maio - Junho 1931.
SUMÁRIO: A minha biblioteca, J. Leite de Vasconcelos, — O pintor António Carneiro, Vila Morua, — Inéditos e autógrafos, — Estudo (gravura), Abel Salazar, — Subsídios para o estudo das consequências da analogia em Português, Rodrigo de Sá Nogueira, — Varia, — Gente de fora, — Bibliografia, — Novidades, — Vida académica, — Res et verba.
LA NOSTRA TERRA, Maig 1931. Mallorca.
SUMARI: Els enemics de la República. El decret de bilingüisme, — La rosa dins la neu, Maria Antònia Salvà, — Mahatma Gandhi, Josep Sureda i Blanes, — Associació per la Cultura de Mallorca, — Els llibres y Les Arts, — Reculls de Fora, — Noticiari.
LA NOSTRA TERRA, Mallorca, Juny, 1931.
SUMARI: Els drets dels pobles a la llibertat, — Avantprojecte d'Estatut de les Illes Balears, — La llegenda de Tannhäuser, Bartolomeu Forteza, — L'hora intel·lectual, A. Esclasans, — Aristotelisme i Scotisme, F. Sureda i Blanes, — Diverses traduccions de Joan Pons i Marquès, — El primer rossinyol, Mateu Cladera i Palmer, — Associació per la Cultura de Mallorca, — Els llibres, — Les Arts, — Reculls de Fora, — Noticiari.
Imprenta NÓS, Hortas, 20. Santiago
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di mai volger le spalle davanti agli inimici. Morire poco importa, ma solo ognun sia pago d' avere la vittoria in nome di Sant' Iago. Nel ciel vedete il segno ormai di vostra gloria, non è già per mancare quest' oggi la vittoria. Avanti, o paladini, avanti, o Francia, ultreja! Moriamo nell' impresa, se occorre. Gesù, ejala!
VII.—IL GRIDO DI GUERRA
L' Imperator s' inchina, fa cenno d' assensione, la bianca barba giunge quasi a toccar l' arcione; rianima la Fede il vecchio lottatore ricorda la promessa di Sant' Iago maggiore. «Va', non temere figlio, che nell' aspra tenzone il braccio mio infallibile ti sarà sempre sprone.» «Mongioia!» urla re Carlo con voce altisonante, e il prode suo Rolando dà fiato all' olifante. «Mongioia!» gridan tutti, brandendo la lor spada: oh come brilla al sole, lucente la masnada! Olivieri e Rolando, Godofredo e Garino procedono superbi sfidando il lor destino. «Oggi,» dice Rolando, «io voglio essere un Marte, né tregua mai né posa vo' dare a Durindarte!» Dice il conte Olivieri: «Io ti terrò ben cara, o tu che brilli al sole, lucente mia Altachiaral!» E dice il pio Garino: «S' avessi cento vite, io tutte vorrei darle per Sant' Iacopo unite!» E dice Godofredo: «Farò la penitenza di non dar tregua ai colpi e non aver clemenza! Avanti, paladini; avanti, o Francia, ultreja! Vedi che i Mori scappano, avanti, Gesù, ejala!»
VIII.—NEL'A MISCHIA
Nel folto de la mischia appare un cavaliero sopra un cavallo bianco, più che 'l vento leggero. De' Mori egli fa strage, più forte di Sansone, la destra tien la spada, nell' altra ha il gonfalone. Chi è quel cavaliere che mai di colpi è pago? Ognun giura che è quegli l' Apostolo Sant' Iago.
AVELINO GÓMEZ LEDO
Trad. Guido Battelli
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OS DOCE PASOS ESTAZONAES
por MANOEL GARCÍA PAZ
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«Un mozo quitoulle a vela a unha, e, o confesarse, dixoll'o cura; éste mandouno ir esperar a procesión, o mesmo sitio, e meterlle na man a que fose sin éla. Foina esperar, e detrás de todas viña unha sin vela, y'entonces meteulla na man, e dixéronlle: «suerte tuveches», e seguiron.
«O que anda na procesión e lle pode meter a vela ou a cruz d'lguién, métenlla, y'as outras axúdanlle, en caso de que anden mal a gusto con élas». «D'unha vez un mozo, vindo da tuna, viu vir a proceseón; entónces tumbouse, porque así non poden faguerlle nada, e decían o chegar ond'él, faguendo moito aire: «eiquí cheira vivo, cheira»... y'él contestaba: «cheira pan de nogueira»...
«O tío Rató d'as Pegas, foi as Amérecas e trouxo, o vir, as liendas que falaban de moitos sitios, e, guiados porelas, fixeron escavacións en busca d'haberes y'encantos.
A fonte do Mouro, é produto d'unha escavación que fixeron os vellos en busca d'unha trabe d'ouro: «Cando andaban cavando apareceulles un mouro n'un cabalo, que lles dixo que non seguisen afondando senon darían cunha trabe d'alquitrán antes do d'ouro, y'entonces non cavaron máis». «Na mesma fonte hay unha moura encantada qu'está sentada n'unha silla d'ouro. Había unha rapaza qu'iba coas ovellas pro veciño *monte de Picos* e a moura apareciaselle e peinaba moi ben con peina d'ouro; pero tiña que ser secreto, y'a rapaza contoullo a mai, entonces, a moura, comeuna; despóis ib'a mai verrando, «¡ay miña María!»... y'a moura contestou, «María, Mariola, frita en aceite vay na miña barrigola»... A mai d'ésta moura tiña catro fillas encantadas na fonte; unha vez que foi un de Couso as seituras a Castilla, a vella enteirouse e deulle catro panochas de catro cornexos cada unha, pra que as fose tirar á fonte e lle desencantar as fillas; mais a condanada da muller, o ver as panochas que traía o seu home, antoxóusell'o trigo e comeulle un cornexo a unha; pero cando o home foi cumprir ca orden da vella, tirou as outras tres panochas, unha a unha, e foron salindo has-
NÓS ta tres cabalos moi gordos e n'éles tres mozas moi guapas, que se marcharon; máis, o tirar a coarta, saliu un cabalo sin unha perna (efecto d'haberlle comid'o cornexo a panocha), e por tanto a moza que viña n'él non pudo marchar e continou encantada, pero deulle de regalo pr'a muller un pano encarnado de seda, que habend'o atado a un carballo no camiño, quedou éste feito un carbón, como lle pasaría a muller se o puxerar»...
«Dentro d'o castillo hay un pozo con varios metros d'auga, moi oscuro, e por il ten entrada, e debaixo hay un salón con moito ouro. Pra desencantalo, hay que levar un hovo d'unha pita negra, y'a pita; ésta sóltase no salón, y'o hovo estréllase na fronte a un xigante qu'está dentro c'unha machada levantada pra matar ó que vaya se non se lle da co hovo...»
«A saida do pobo hay n'unha horta da *Cri'de Cardeita* unha fonte cuberta de zarapallada por'a veira, y'ali sale, o día de San Juan, antes de nacer'o sol, unha cobra moi grande, qu'é unha persoa encantada. Trai un caravel na boca, y'o que llo quite co'a boca d'il, ten moito diñeiro, e s'é home, a cobra vólvese muller, e viceversa; pero s'está alí e non llo quita, cómeo a cobra.»
A xente parece que non cree moito n'eses encantos. Falando c'unha vella do pobo, que me deu algús detalles, dice que, «agora parece que non hay ises encantos, que debian irse pr'o mar despóis de pasado certo tempo encantados.»
Xa qu'ésto é un resume, nada máis do *Folk-lore*, voulle dar remate a estas liñas mal amañadas, pra non cansar máis'atención do leutor, citando as prantas medicinales máis empreadas n'a terra. Éstas son: romeu, esteba, raíz de cana, malba, malbavisco, néveda, ampio, madroña, manzanilla, malbela, cla vo... etc., todas solen ser cocidas en auga pra beber, etc.,.
Dentro de logo ou n'as próuximas vacacións de Setembre será aumentado.
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BOLETIN MENSUAL DA CULTURA GALEGA
Ano XIII ★ Ourense 15 de Setembro do 1931 ★ Núm. 93
ROMANCE
Fidalgo, vello fidalgo
que soio pregoas ontes.
Agora, no mol silenzo
dos teus días que son noites,
ollas as rúas tristeiras
que manseliñas se dormen;
as rúas mouras de pedra;—
rúas barrocas que acorren
o teu dór, vello fidalgo,
que soio pregoas ontes.
Na túa dorna marela
mar de lembranzas percorres;
i-encol das rúas barrocas
que manseliñas te acorren,
ollas tempos esvaídos
como as rúas que se dormen;
priguizas do sol do día,
agora trebas de noites.—
En tí xa non vive o tempo
mais está vivindo a morte,
fidalgo, vello fidalgo
que soio pregoas ontes.
Dende o teu silenzo mol,
doce, ateigado de lonxes,
pregas esmola ós recordos
pra que teus ollos non ollen.—
Encol da dorna marela
encol das rúas que morren,
ouve o meu canto que abala
pol-os camiños da noite,
ouve o meu canto fidalgo
que soio pregoas ontes.
¡Eu de recordos non vivo;
pol-os recordos non morres!
EMILIO PITA
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162
Primeiro Coro
Oro, incienso y mirra le ofrecen al niño para más grandeza del oro más fino envuelto en un vuelo lo van a adorar.
Segundo Coro
Estrella... etc.
Primeiro Coro
Estrella triunfante que nos ilumina de los claros cielos con grande alegría envuelto en un vuelo lo van a adorar.
Segundo Coro
Estrella..... etc.
Primeiro Coro
Hemos concluido, hemos rematado tan sólo esperamos un buen aguinaldo unas buenas manos para presentar.
Segundo Coro
Estrella... etc.
Primeiro Coro
Las amas de casa que son las primeras que suban arriba de sus chemineas y bajen chorizos para nolos dar.
Segundo Coro
Estrella.... etc.
Primeiro Coro
Vámoslle cantando de estas embaixadas que nos han de dar cribas de castañas para presentar.
Segundo Coro
Estrella.... etc.
Primeiro Coro
Déanos, Señora, anque sea pouco touciño e medio e metá de outro envuelto en un vuelo para presentar.
Segundo Coro
Estrella los guía etcétera, etc.
OUTRA CÁNTIGA DE REISES
Orientes, orientes Reises todos tres en compañía iban a adorar al niño que en Belén nacido había. Se pusieron a adorar a quien más le adoraría; se pusieron a ofrecer a quien más le ofrecería; uno le ofrece oro otros incienso y mirra. Bajó un angel del cielo cantando el Ave María; la parida queda buena en su cama recogida.
CÁNTIGA DE NADAL
En el portal de Belén ciudad de Galileia donde la Virgen parió una relumbrante estrella. —¿Qué haces ahí María, Qué haces ahí doncella.
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O meniño é pequeno
levalo ó San Tomé,
que si o meniño é pequeno
tamén o santiño é.
Quen me dera un cordón de ouro
que non me perda a pintura
podo falar con quen queira
que non fixen escritura.
«Quen me dera», non é ter
o que na vila se vende;
quen me dera acambear
un refaixo por un dengue.
Meniña peina o cabelo
e non seas preguiceira
que o cabelo é a honra
de unha meniña solteira.
Pon a cofia do direito
non-a poñas do rivés
que ainda queres figurar
meniña o que ti non és.
A moza que non se axuda
cando ten a ocasión
dempois socede a quedar
cantando o kirieleysón.
Meniña cantá e bailá
gardá o pipirricheiro
que a que non canta nin baila
é a que o dá primeiro.
Toca, miña pandeireta,
senón heite de querbar
que me custachel-os cartos
axúdamos a ganar.
N-aquela banda do río,
do río n-aquela banda,
hai unha raparigüela
moitos recados me manda.
Señor Xuez non me prenda
que eu lle direi a verdá
que lle dormín c-unha nena
a noite de Navidá.
A Somoza ten a sona,
a Somoza a sona ten;
a Somoza ten a sona
de cantar e bailar ben,
N-aquela banda do río,
ten meu pai un castiñeiro,
bota castañas no Outono
uvas no mes de Xaneiro.
De onde son, de onde serán:
de San Andrés da Somoza,
dos cardadores de lán. (1)
De onde son, de onde serán:
de San Andrés da Somoza,
de aquela terriña chán.
Somoza, montaña fría,
a i-auga que n-ela nace
que lindas muchachas cría.
O cantar das espadelas
cantaio, nenas, cantaio,
cantaio que ben se leva.
Veño eiquí non veño a nada,
como son foliadeiro
véñoche de foliada.
A muiñeira do mar,
tocádeme a muiñeira
que a quero ver bailar. (2)
Unha noite non é nada,
unha semaniña enteira
esa sí que é foliada.
Maruxiña, antecea
pillame aquela troitiña
que vai no canal de Vea.
Fiando na miña roca,
cada semana seu fío,
no ano unha mazaroca.
(1) Os veciños da Somoza viviron sempre do seu oficio de cardadores que lle daba sona nas veciñanzas e aínda saían de elas a traballar a fora; boxe estifionse iste xeito de vida e a parroquia de Somoza dá excelentes canteiros.
(2) Coñécese esta cántiga co nome de «muiñeira do mar» a ribeirana, bellada na Ría de Arousa.
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NÓS
Canta que te hei de axudar a isa xente que marmura deixádea marmurar.
Ribadavia do Ribeiro despáchame de aquí logo vou rapar outro terneiro.
Cinta verde, cordón de oiro, para que queres marido se che ha de mallal-o coiro.
Cara de leite fervido, vaite onde D. Serafín que che saque o enganido. (1)
Cara de cañoto seco, ti non te metas comigo que eu contigo non me meto.
Eres alta sen canillas cando che pareu tua nai non se usaban pantorrillas.
Da ribeira ribeirán; pasei a ribeira toda n-encontrei mellor galán.
(1) Don Serafín era un médico popular.
CANTO DE BERCE
Ora, meu neniño, ora se non queres calar chora; teu pai vaiche no muíño. tua nai na herba seca, ora meu neniño, ora non hai quen che dea a teta,
RECITADO DA NOITE DE SAN XOHAN Ó TEMPO DE BRINCAR POR RIBA DA FOGUEIRA.
¡Sálvate, lume de San Xohan, pra que non che morda cadela nin cán (1).
(1) Hai variante moderna do día de San Pedro, adaptada de iste esconxuro que presenta paralelos en toda Galicia. De: ¡Sálvate, lume de San Pedro, pra que non che morda cadela nin perro!
Convén asinalar que na Somoza se topa tamén o romance da Santa Irene, ou Santa Elena, como eiquí lle chaman, mais non-o damos por ser exactamente igual á variante publicada por nós como procedente de Paradela nestas mesmas páxinas. (Vide NÓS, número 90).
RESPOSTAS A UN CUESTIONARIO
RESUME XENERAL DE FOLKL-ORE DE SANDIÁS
Por Urbano Santana
(Proseguimento)
No vestir, en mulleres, antes levábase a cintur'apretada, y'abaixo, a saya con moi to vuelo e mariñaque; levábase muradana, mantillón e dengue. Hoxe, por'o contrario, parece que se tira máis por'a «línea reuta»: a saya máis curta (hast'o medio da perna) e máis apretad'abaixo, lévas'o mandil, y'o paño da cabeza, o que non se leva pra ir a festa; pra ésta, zapato baixo, y'a diario chancas. A muller anda sin tapar, ordinariamente, pero pra ir a misa, leva manteo, mantón ou toquillón. En homes, o vir o inverno, lévase, pras festas e feiras, unha zamarra, polainas, bufanda, a cadea do reló pendurada do chaleque y'algunha cra- bata; a diario un traxe de pana e chancas e, cando chove, unha coroza de xuncos. Contan que, antigoamente, o galo d'unha festa era o que mellor se presentara c'unhas calzas (cirolas) d'estopa, ben lavadas, e un chapeo de palla, c'unha cinta encarnada; antes o pantalón er'algo apretado; agora xa chegou a moda do «chanchullo».
As casas son todas de pedra (granito) e os techos cubertos de tella; pero, principalmente en Cardeita, e algo n'as Pegas, hay palleiras de terrós e cubertas con palla; pero ésta empréase máis en cubertizos pra meter leña y'o carro. Predominaron as de pranta baixa, pero xa hay bastantes, mesmo
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«Son uno degli Apostoli, l' apostolo Sant' Iago, Bonergues (1) son chiamato, e non d' altro son vago che il corpo mio incorrotto, che giace sotterrato in un' oscura grotta, da tutti sia onorato. Il cammin che tu vedi seminato di stelle t' insegna che convienti sempre di seguir quelle con tutti i tuoi soldati, levando sul pennone la croce a mo' di spada. Procedi nel mio nome e i Mori fuggiranno dinnanzi al tuo sembiante. Poi tutto il mondo intero si prostri a me dinante, vengano d' ogni parte a frotte i peccatori per chiedere il perdono ai lor trascorsi errori. Va' figlio, non temere, che nell' aspra tenzone il braccio mio infallibile ti sarà sempre sprone, e in premio dei travagli, chiedo per te al Signore un posto in Paradiso e quaggiú eterno onore.»
IV.—A CAVALLO!
Cosí va Carlomagno col suo accompagnamento; elmi corazze e picche, mille bandiere al vento. Com' acqua d' un torrente scende furiosa al mare, col lor trotto i cavalli la terra fan tremare. Atterrita la gente s' affolla in su le porte, non sa cosa pensare di quella gran coorte. Saranno quello stormo d' orribili giganti che il libro apocalittico dipinge cosi aitanti? Saran forse demoni usciti dall' inferno, sciolti da le catene a un cenno dell' Eterno?
V.—LA STELLA MISTERIOSA
Cosí va Carlomagno e i pari tiene al fianco, tutta la terra trema e il mar di spuma è bianco. Dovunque tu scorgevi fiorire orti e verzieri fulgida in ciel la stella guidava i cavalieri. E Carlomagno impavido di gran trotto cammina, ché in lotta va coi Mori e a vincerli s' ostina. Il sire d' Occidente ognor segue sua stella; quando la stella posa, son giunti a Campostella. Come baglior d' aurora, la stella rutilante fermossi, somigliando in cielo un gran diamante.
VI.—TURPINO BENEDICE I COMBATTENTI
«Alto quil cavalieri,» gridò l' Imperatore, «è tempo d' eseguire il detto del Signore!» Di cominciar la pugna Rolando era anelante, ma il vescovo Turpino e tutti si fa innante: «Nel nome del Signore, io vi scongiuro, amici,
(1) che in ebraico significa tono.
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UNHA POESÍA INÉDITA
DE DON XOSÉ RODRÍGUEZ SEOANE
O Seminario de Estudos Galegos houbo de facerme o sinalado favor de confiarme a grata misión de recoller os papés inéditos que deixou o meu defunto tío Don Xosé Rodríguez Seoane irmán do meu avó D. Lois tan coñecido como esquirtor galego.
Don Xosé que morreu no ano de 1860 non esquirbíu moito en galego, eu tan soio coñezo dúas poesías: unha «Os pais e os fillos» publicada pola primeira vez en «Artículos y Novelas» volume da Bibrioteca Galega de Salazar (a Cruña 1859); e a outra «Lembranzas da terriña» que é a que atopei antros papés do defunto D. Xosé n-istes días.
Douna eiquí como anticipo da pubricación das Obras Compretas que esixirán un laborar de moito tempo pra arranxar os moitos papés, antr-os cales dévense nomear eiquí as follas de introdución ó estudo das Cántigas do Rey Alfonso X que son verdadeiramente unha Gramática Hestórica da língoa galega.
Non debo dicir máis, que cicáis dixen moito.
E vou xa ca poesía:
LEMBRANZAS DA TERRIÑA
Airiños, airiños, aires
airiños da miña terra
airiños, airiños, aires
airiños, levaime a ela.
Can. popular.
¡Ay triste do que longe
do chán en que foy nado
vive piando sempre
por velo e por lembralo!
E como pobre ingerto
sin follas nin ramallos
bota, si non alenta
no aire do pasado
¡Ay triste do que coida
ledo vivir en tanto
que pais, irmáns e xente
están del esgazados!
Agiña cando corren
os días e os anos
lembranzas dan somente
consolo e mais remanso
agora mentras choro
e de cubizas me canso
alei pasando montes
hay mar e ceo e barcos
hay mar con verdes faixas
de golfe e mol regazo
hay mar que chirlos mirlos
na area fai ó paso.
E pol-o mar subindo
e pol-o río entrando
a freixa está do Lérez
bulindo sin descanso.
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e a fonte dos fieitos
a fonte dos paxaros
a fresca Figallosa
soando co seu cano.
E alá para entremedias
da terra que amo tanto
parézme ouvir o grande
cadoiro do Lezaro,
con auga que escachoa
facendo co seu salto
de escuma burbulliñas
de vidros un estralo.
¡Ay! si a sorte impía
quixera jo chán galaico!
que eu vira de longe
o lume dos teus fachos!
Desonces fora solo
triscar polos teus prados
o meu proveito e folgo
e fora meu regalo,
tremer co-as tuas mulleres
cando revolta o trasno
cando saía estadeiña
e a compaña os agros
ouvir os aturuxos
que fan compás os mallos
e o son d'aquela gaita
que me revolve os cascos
ollar os ameneiros
con niños de paxaros
ollar os seus cereixos
de merlos tan picados.
Longuear pol-os teus couros
pasear pol-os teus vales
escrebir pol-os bedolos
as letras do meu anxo.
Gaviar pol-as maceiras
andar por entre os matos
coller morotes d'hérbedo
e con pallas enfialos.
Esculcaria as muruxas
onde pican os paxaros
o fiuncho e chuchameles
que abren o mes de maio.
E a cheirosa melvela
buscaría para o caldo
as abrótigas do monte
que fan lume cos ramos.
Non, non quero da corte
gustos, que saen caros
gócenos, non lhos envidio
homes ageromelados
a min cun ripote solo
do meu eido en calquer lado
c-unha regueifa de bicos
ja teño de todo abasto
miña xente e miña casa
miña terra de regalo
non desexo mais sinón
morrer en onde fun nado.
† JOSÉ R. SEOANE.
Madrid-mayo de 1859.
Pol-a transcripción
J. LUÍS DE SANTALÓ R. DE VIGURI.
Compostela-setembro 1931.
ACABA DE APARECER
Romantismo, Saudade, Sentimento da Raza e da Terra en
Pastor Díaz, Rosalía de Castro e Pondal
DISCURSO DE INGRESO NA ACADEMIA GALEGA (Coa contesta do Académico Vicente Risco)
por RAMÓN OTERO PEDRAYO
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NÓS
Tamén é festa de merendas, ou mellor dito, xantares... Fanlle dúas festas o ano, chamadas «San Benito de Marzo» e «San Benito de Seitura», acaso porque cadra nistes meses. É o Santo máis milagreiro que temos na parróquea. N'algún tempo trouxérono pra irexa en procesión, pero escapábase de noite pro monte; por eso tuveron que fagueril'a capilla,.. (1) «D'unha vez, querendo levar unha pedra pra capilla, grande, e como está rodeada de paredón, andaban buscando por ond'entrar co carro, e, cando se descoidaron, os bois subiron por'as escaleiras de subir a xente, o que só s'explica como milagre, pois do contrario, non houbera sido posible que os bois subisen nin co carro valeiro tales escaleiras.» Sexa ésto certo ou non, o caso é que na capilla hay unhas muletas y'un cayado que proban que algún subiu axudado de tales instrumentos, e o Santo fixo que non os necesitase pra baixar, y'entonces quedároolle de regalo e como testimonio do milagre.
N'a granítica y'abobedada, de colunas adosadas (quizá romana), airexa (da que conserva o «tio Muñeco» un cuartillo grande que trouxo dond'o «Abade vello» e axudou a faguela (diceo él); hay otros Santos a maores dos citados, tal como San Esteban (Patrón), o San Roque, que se festexa c'unha novena, pra que nos libre de pestes..., o San Pedro co'as chaves, a Virxe do Rosario, a Purísima encerrada entre cristales (ambos San Antonio).
Ademáis da capilla do San Benito, hay na parróquea a do San Miguel, en Coalloso; Santa Ana, en Santana; Santa Magdalena, en Espido.
«Cando Noso Señor e San Pedro andaban por'o mundo, foron pedir pousad'a unha casa ond'había unha muller sóla; deitou nos os dous n'unha mesma cama, porque non tiña máis; cando foi dia, a vella tiña que salir a traballar e mandounos levantar, pero Noso Señor deciall'a San Pedro «dejxémonos estar un pouquiño máis»... mais a vella, asique s'enrabechou, colleu un pau y'empezou a mallar en San Pedro qu'es-
(1) O mesmo sole contarse de todot'os Santos que hay retirados do pobo; hay ques di qu'era o cara que o mandaba levar...
taba de borda; despois, él, queriase levantar pero Noso Señor dixolle: «Non; en tal caso, cambiemos de sitio, porque se volve vir a vella, mállate outra vez y'asi léval'as tú xempre». Cambiaron de sitio por fin, y'entonces volveu a vella: «jay condanados!, vos inda estades na cama? Pois deixai que denantes deille co pau o da borda, pero agora lévayas o da parede»; y'empezou a mallar outra vez en San Pedro; de forma que, quen levou pau foi xempre o San Pedro»...
«San José, como era carpinteiro, unha vez, canso de tirar poro serrón, que non lle cortaba ben, púxose a descansar, e, mentras tanto, foi o demo e torceull'os dentes, unhos pra un lado, e outros pr'outro. Cando San José volveu coller o serrón, éste cortáballe moito mellor, y'uservou como tif'os dentes e, desd'entonces torceullos il mesmo, y'os carpinteiros posteriores fan'o todos qu'é o que lle chaman «lizar» ou «dar lizo»; y'así, o demo, querendo faguer un mal, fixoll'un ben a San José, y'a todol'os carpinteiros». «Non hay mal que por ben non veñas».
A proceseón d'as ánemas é unha cousa que antes daba moito que falar. Hoxe son ben contados os que creen n'éla. «Cando van en procesión —decian— fan ceremonias como enterros; levan entre catro o cadáver, outras van chorando, outras fan de cregos e van cantando responsos», etc.,. «Todos os viernes van de visita a casa ond'a de morrer algunha persoas». «Se lle meten a cruz ou a vela a algún vivo, ten que andar na procesión alumeando (alumean con hosiños) e ir a visita de viernes, pero despois non sabe onde foi». «Unha vez era un mozo que andaba niela e levou unha tella e fixo un risco aa parede ond'a porta d'onde entraba e pr'outro día anduvo mirando por'as portas do pueblo e foi dar co risco ond'a porta d'unha tía, sabendo así que alí fora de visita e iba morrer algún da casa, como así foi». «O que ande na proceseón, ten que ir sempre que salgan as'outras, e non vale marchar pro extranxeiro; pois un foi pra Portugal, e viña andar na procesión». «S'algún dia fai resistencia pra levantarse da cama e ir, danlle en tirar por'as uñas dos pés e non ten outro remedio que ir».
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UNHA CARTA INEDITA DE XOSE DE FIGUEIREDO
Moitos son os libros portugueses que hai na bibrioteca de Oviedo Arce e é cousa de maxinar si non serían moitos máis, visto que a millor parte dos seus fondos despareceron denantes de chegar ó Instituto de Noia, onde agora se gardan. O intrés do chorado sabio pol-as cousas lusitanas, é cousa crara con soio reparar nos dicionarios da lingoa de Camoes, que foron da sua propiedade; e do prestixio do mestre nos meios inteleituás do país irmán, temos boa proba na carta que topei, e que trascrevo do gran Xosé de Figueiredo.
Conven reparar que d'este autor soio hai un libro n-esta coleición: «O pintor Nuno Gonçalves» (Lisboa-Typ. do Annuario Comercial, Praça dos Restauradores, 27-1910). O cisemprar ven adicado así:
«Ao illustre e erudito archeólogo D. Eladio Oviedo Arce, homenagem do seu muito admirado e obrigado José de Figueiredo».
Pois ben; entre as páxinas cincoenta e cincoenta e unha da obra, topei a carta do autor, que dí así:
«Ministerio do Reino—Direcção Geral de Instrucção Pública.
22 de Agosto de 1910.
Meu Emo. e bom amigo:
A approximação da data da carta de V. E.ª com a d'esta minha enche-me de remorsos, pois verifico que há já dois mezes que V. E.ª me escreveu, sendo por tanto este o periodo do tempo que eu o deixei sem resposta.
Não creia V. E.ª que seja menos consideração ou estima por V. E.ª nem falta de reconhecimento por todos os favores que lhe devo, agora augmentados com as boas palavras que me diz na sua ultima carta e com a remesa da fotografia da taboa de Belvis, para mim tão excepcionalmente valiosa, a causa do meu silencio. O que me tem impedido o cumprimento de tão grato dever tem sido só os meus muitos affazeres. As minhas occupações habituaes accresceram agora as que me trazem uma larga correspondencia com escriptores ingleses e francezes, que se estão occupando desenvolvidamente da minha descoberta. No proximo mez, começarão a apparecer em Paris e Londres, estudos que eu espero poder comunicar a V. E.ª.
Alem disso, a ideia em que eu estava de ir ahi visitar V. E.ª este mez, para, em conformidade com o generoso offrecimento de V. E.ª fazer na sua companhia uma excursão artistica pela Galliza, tranquilizava-me, pois então poderia eu justificar-me perante V. E.ª do meu tão demorado silencio. Infelizmente, os meus planos tiveram que ser alterados e não creio já poder, este anno, na companhia de V. E.ª realizar a excursão artistica para que V. E.ª teve a gentileza de convidar-me. D'hoje até ao fin de mez, tenho todo o meu tempo tomado e no dia 5 de setembro, se Deus quizer, devo passar em Vigo, embarcado, em direcção a Hamburgo. D'ali sigo, por Berlim, Dresde e Munique, para Vienna d'Austria, colher mais
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—Estoy buena, San José, no dejo de tener pena, al ver al hijo de Dios nado en tanta pobreza sin tener en que lo envuelva sinó un poco de herba la mula bien se la come el buei bien se la remca. Bajó un ángel del cielo ricos pañales traía, unos eran de holanda otros de holanda fina, otro de seda bordado donde Cristo se envolvía. Subió el ángel al cielo cantando el Ave María, la parida queda buena en su cama recogida. Hijo mio muy amado que la muerte te se ordena, irás al Monte Calvario, hallarás una escalera con una cruz y un letrero que dirá de esta manera: «Aquí Murió Jesucristo Rey de los Cielos y Tierra; no murió por sus pecados, que por nosotros muriera la culpa la tuvo Herodes Pilatos culpa tuviera, la culpa la tivo Judas que fué el que lo vendiera; lo vendió en treinta dineros que más por él no le diera. Entre rosas y jardines el rey pidió el aguinaldo. También nosotros pedimos de lo que Dios haya dado. ¡Aguinaldo, mi amo!
CÁNTIGAS E TRIADAS
No areal de Peralta vin baixar unha cabala. Mariñeiros de Maroña vinde largar a secada Este liño que espadelo Non sei si o fiarei; das malas lingoas do mundo non sei si me librarei.
A Somoza teño de ir anque me poñan cancelas A Somoza teño de ir, abrido é cerrando n-elas. Teño de vir á Somoza n-uns zoquiños de abeneiro; pra que peleien por mín heime meter arrieiro. A regueifa está na mesa prenda do meu paladar vótame a regueifa fora sin ela non hei marchar. A regueifa está na mesa e no meio ten un bolo o que queira roubala tenche que matar o dono (1). Mociños de Tabeirós ben vos podés alabar, tendel-as rodas nas Quintas o chedeiro en Tosar (2). Mociñas de Tabeirós, poucas son e menos scan colgadas no campanario pol-o ben que nos desean. Mociños de Tabeirós metidiños n-un caneiro logo van os da Somoza atacalos cun fumeiro. Mociñas de Tabeirós non vaiás ó Santo Estebo Que as mozas de Guimarey quérenvos facer o pelo. As mociñas da Somoza todas xuntas n-un portelo unhas cantan, outras bailan, outras dan ó tarabelo.
(1) Istes versos de regueifa son procedentes, asegún nos dixo a recitadora, de Negreira, pois na Somoza non é coñecido o costume a que fan referencia. (2) Esta cántiga é unha das máis celebradas na parroquia. Vai dirixida, como outras de iste pequeno cancionero, ós mozos de Tabeirós, parroquia inmediata á que toman como brasco das cántigas de maldicer os da Somoza. O inxenio está en que Rodas e Chedeiro son apellidos de familias de Tabeirós que residen en Tosar e Quintas, lugares da mesma freguesía, lonxanos entre si.
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LA LEGGENDA DI CARLO MAGNO
(dal Romanceiro Compostelán)
I.—IL RIPOSO DI CARLO MAGNO
Posava Carlo Magno, il grande Imperatore che ormai di tutto il mondo già fatto era signore. Fra piume e bianchi lini tranquillo riposava: «Che giova affaticarmi?» entro di sé pensava; «che giova ormai combattere, se tutto il mondo è mio? Tutte le terre io corsi, quasi un alfier di Dio; spiegando l’orifiamma sul mio cavallo bianco, passai di gente in gente, non mai di guerre stanco. Vinsi Germania e Italia, l’orgoglio mussulmano conobbe quanto valga la mia possente mano. Ma ora che son vecchio, sol di riposo ho brama, ché rischi né disagi la tarda età non ama.»
II.—LA VISIONE NOTTURNA
Da la finestra aperta via per il ciel notturno vede l’Imperatore che un gregge taciturno di bianche stelle sorge lento su su dal mare e camminando assiduo, senza giammai posare, là da ponente volge verso la dolce Spagna, lasciando addietro Italia e Francia ed Alemagna. E quando di Galizia giunge a la punta estrema, s’ arresta il bianco gregge e stella più non trema. «Che vuol dir ciò?» chiedeva il vecchio Imperatore, ma niun saggio sapeva rispondere al signore. Allor che tutto a un tratto ei vide all’orizzonte balenare una luce d’un angiol su la fronte.
III.—SANT’ IACOPO
Ma un angelo non era, era un gran cavaliere sopra un cavallo bianco, più che ‘l vento leggero. Avea la lancia in resta, la faccia luminosa, la capelliera al vento, correva senza posa. Gli disse Carlomagno, con gran rispetto e onore: «Che mai chiedi da me, gentile mio signore?»
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antre a xente probe, que teñen primeiro piso, anque sexa baixo e sin faiado moitas veces.
As partes principás d'unha casa, son: cuciña, corte ou cortes, cubil, pergua, sobrado, panejra e dispensa; hay casas destinadas única y'esclusivamente a palleiras ou Cortes...
A cuciña, de quitado algunha, moi rara, é de pranta baixxa; pois no primeiro piso non é tan servicial prlacomodar, traer auga, navos, leña, etc., e con pequena variedá dalgunha, consiste: n'unha esquina da casa ou casif'aparte, no tellado ten unha chimenea c'un galo de lata n'o alto, que se pousa mun pé e da voltas, movido poro vento, cando sopla; outras, en vez de chimenea, teñen troneira, qu'e unha bufarda aberta no tellado e por riba tapada, como se fora c'unha mesa de catro pés, qu'estaba soportando unhas tellas á maneira de que deixe dous salideiros (per diámetrion opdstium) pro fumo; parece que as de troneira, son máis fumosas Cas de chimenea.
S'entramos dentro, non alcontramos outra cousa que dúas ou tres mesas de sentarse; unha pedra-mesa pra por os potes que non están en uso diario, que sol’estar arrimad'a unha parede; unha ucha onde se mete o pan, o leite, a carne, etc,; unha ola d'auga y'o latón pra bebela; dúas botellas (a do gas y'a do aceite); outros teñen en vez de botellas, alcuzas; o caixón do sal y'o cacipo pra collelo e traelo; unha barreña: unha xerra de barro marelo; os fuelles pra soplar o lume; a canada de munguir a vaca; un candil y'un farol do gas; unha lacena pra gardar a louza, y'a falta d'ésta, un alzadeiro; un plo pra calcur o pote dos porcos; (ste é do nú: maro un, do dous ou do tres: ponse n'un sitio y’ali está xempre hasta que se fura de vello; por'os lados pónselle unhos forros ou unhas pedras, non moi gordas, y'é onde se fai o lume, búscase pra debaixo unha pedra llana, a da lareira, qu'é onde se fai «a vica». N'unha parede poñen as mulleres, colgados, unhos periódicos, que tran dond'o crego ou quen'os teña, pr'á espeteira, que se compón de algún espeto, testos,, cucharas, cazolas, candiles, etc., que susan moi pouco ou case nada. As familias un pouco mellor acomo-
NÓS
dadas, tefien unha caldeira de cobre colgada d'unha espaldeira que se destina a ter con auga, pr'a zorza dos chourizos na matanza, etc...
A corte está destinada a meter a xugada (qu'en moitos casos e de medias), y'o burro ou a besta, etc., n'ela faise; moitas veces, provisionalmente, se a casa non’o ten soparado. o cubil pr'os porcos con unha cancela ou cos ladrás do carro. O que ten varias cortes, reparte o gando a sua mancira; ou se barre toda ou unha esquina pra votar patacas, etc.
Os muebles son principalmente arreos de labranza: arado (composto de rabiza, leumón, avecas, ameixelo, ateiroá e rella), tamén hay arados de ferro só pra decruar, ambos necesitan chavella, sedeño, aixada, sacho, sachola, aixadón, picaña, picañón, galla (n'outros sitios chámanlle forquita), fouces, manguitos, canistrelos, caldeiros, maseiras, agrade, cambóu, corza, foucifio, escada, etc.; xuntura (formada por mulidas, sogas, temueiro, xugo, etc.); angazo, carro (composto por rodeiro: rodas, cambas, ferros, rellas, mión; cixe: medio, pequeiras; chedeiro: apoladoiras, chedas, traseira, selado, pinallo, chavella, pechos, curculixas; leva: estadullos e ladrás).
Os Santos a que hay máis devoción, son: San Antonio, abogado dos porcos e das cousas perdidas; pra que aparezan, ofrécesell'unha limosna en diñeiro ou rézasell'o eresponso». A iste Santo, máis que ningún, dáselle limosna en carne, pra que conserve as porcos, pols xúntanse a vinte e máis pesos de carne, todol'os anos, en cachuchas, lacós, peitos, uñas e chourizos, e véndese toda xunta odia (domingo) d'Entroido o sair da misa, por'os mayordomos encargados de pedir e ter a festa...
O San Benito (abogado de coxos e outros padecementos físecos), ten unba capilla no monte, que leva o nome do Santo. Ten ofrecementos de pernas, corpos, caras..., según os membros doentes do aue ofrece, de cera, que os ten colgados na capilla. O dia da festa, e durant’o ano, hay ofrecementos d'andarll'as novenas de pé ou de rodillas; outros arruben o monte descalzos, porque lles fag'algún favor ou se xa llo ten feito...
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ista como a precedente dispóñense ca maor dimensión pra a vertical.
Bouza-Brey.
A LADAINA DE STA. TREGA
Ainda oxe se praitica no monte sonado de Sta. Trega, pé da Guardia, o voto tan de vello estabrescido. D'él fala Murguia (B. R. A. G. T. VI, núm. 63, p. 58, 1912) que pubrica tamén as Constitucións da Confraría do Cramor de Sta. Trega, e denantes o P. Flórez (E. S. T. XXIII. p. 177) citado por aquél. Consiste o voto en xexun por todo o día (sen que se poida xantar senon pan bieito) i-en certos ditos relixiosos. A Régra da Confraría (vex. Murguía p. 91) eispón por miudo as cerimonias e oracións que se teñen de facer. As de oxe son caxque o mesmo. Após da misa, cregos e leigos van en procisión, rezando a ladaíña de todol-os Santos, engadida cos nomes de Sta. Trega e S. Xiao. Cos xionllos no chan, pregan:
Indulgentias, Kyrie eleyson (Pater nos-
ter). Indulgentias, Christe eleyson (Ave Maria) Indulgentias, Kyrie eleyson.
Erguense e prosiguen:
SANCTA MARÍA. (rep. todos) Sancta María, ROGAI A DEUS POR NÓS. DEUS OUVID'A NÓS Kyrie eleyson. DEUS OUVID'A NÓS.
SANCTA THECLA. (rep. todos) Sancta Thecla, ROGAI A DEUS POR NÓS. DEUS OUVID'A NÓS; Kyrie eleyson, DEUS OUVID'A NÓS.
SANCTA DEI GE como acima.)
'ITRIX (Rep. todos
SANCTA THECLA. (Idem.)
Do mesmo xeito cos demáis da ladaíña dos Santos.
Aportamos ista referencia por tratárese
NÓS
d'un dos poucos casos en que pervive aínda o emprego do galego nas oracións do pobo.
Tonio FERNANDES
POÑEL-O SANTO
En moitas ermidas e santuarios da Galicia hai o costume de «poñel-o santo». C'un pequeno santiño de madeira o sancristán vai facendo unhas cruces na faciana do devoto axionllado. Na ermida de S. Roque, pé de Viveiro, dáse de cada volta un bico, ó tempo que se dí:
O Santo che dea a Sanidá, che libre da enfermidá, pol-o poder que Dios ten da Virxe María, amén. Cristo viva, Cristo reine, Cristo impere Cristo che libre de mala morte morir, amén.
Logo bótase unha esmola.
Tobio FERNÁNDES
A VERBA «FARXÁCOLA»
N-un bando dado pol-a Xusticia ordinaria de Sant-lago, o 19 de Novembro do 1569, pubricado por Pérez Costanti (Notas Viejas Galicianas, T. 1, páx. 311), aparez a verba farxácola coma desiñación despeitiva ou bulrista das «secas e nascidas», enfermidá que de aquela padeciase d-abondo por Sant-lago.
É moi posibel que as tales farxácolas correspondan —segundo parez das outras denominacións e dos remedios que se lle apricaban e que se poden ollar na o. c.— ós bubóns. ¿Virá a verba farxácola de farciacula procedente do latín farcio «embutir, encher chourizos ou morcillas», é dicir «morcilliña», cousa que se axeita perfeitamente ó ouxeto desiñado?
Tobio FERNÁNDES
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OS HOMES, OS FEITOS, AS VERBAS
MAGALHÃES BASTOS, A. DE. — O pintor quinhentista Diogo Teixeira. Da sua actividade artística no Porto. — Edições Patria, Gaia. — MCMXXXI. 12 páxs. 4.º.
O distinto amigo, Professor da Universidade portuense, publicou na revista «Patria» este estudo que agora nos dá em separata. Existe no Portugal moderno uma série de investigadores adicados a fazer ressurgir do esquecimento figuras gloriosas do arte do país, em particular da pintura quinhentista que acadou tão elevados cultivadores. Vão aparecendo nomes denantes ignorados e entre eles não é menos glorioso o do pintor Diogo Teixeira. Magalhães Basto apresenta-nos uma época da vida deste pintor perfeitamente desconhecida: a da sua estada no Porto para pintar os seis painéis do retábulo da Capela-mor da Igreja da Misericórdia. Pintou cinco Diogo Teixeira somentes a causa de que o do meio ficava agachado pol-o sagrario, mas a Confraria encarre-gou-lhe quatro painéis mais. De eles conservam-se actualmente três da série «Misterios e Festas da Nosa Señora» com mais um da Visitação que o autor baseado em indícios documentais coida da mesma mão de Teixeira. O arquivo da Misericórdia é explorado com feliz êxito para a História do Arte português. Ilustram o estudo fotogravuras das pinturas e reproduções da sinatura do artista. F. B. B.
ARMANDO DE MATTO. — A casa de Mateus. Edições Apolino Gaia, MCMXXX, 69 páxs. 4.º.
Estudo sobre o morgadio da casa de Mateus, reformando certos pontos sobre a mesma questão, da obra de Brancamp Freire «Brasões da Sala de Sintra».
Poucas linhas e moita, não sabemos se dizer escassa, erudição. — X. L. F.
O INSTITUTO, vol. 81.º, 4.ª Série, volume 10.º, n.º 4.
SUMÁRIO: Nova contribuição documental para a biografia de Uriel da Costa (III estudo), por Artur de Magalhães Basto. — Talhinhas e as guerrilhas liberais, por Cândida Florinda Ferreira. — História da Lusitânia e dos povos que primitivamente habitaram a península Ibérica, por Carlos Augusto da Silva e Oliveira. — Lisboa na segunda metade do século XII. Meninice e a adolescência de Santo António, por António de Mattos Cid. — Subsídios para a História da música em Portugal, por Sousa Viterbo. — Uma apreciação crítica da Sociedade das Nações.
Vol. 81.º, 4.ª Série, Vol. 10.º, n.º 5.
SUMÁRIO: A dieta hidrica. — Contribuição para a história da terapêutica, Augusto da Silva Carvalho. — A Intendência Geral da Polícia da Corte e Reino, João Jardim de Vilhena. — Lisboa na segunda metade do século XII. — Letras divinas e humanas de Santo António, António de Mattos Cid. — Talhinhas e as guerrilhas liberais, Cândida Florinda Ferreira. — Subsídios para a História da música em Portugal, Sousa Viterbo. — De Extremoz a Aljubarrota, A. Botelho da Costa Veiga. — Uma apreciação crítica da Sociedade das Nações. — Livros recebidos.
PACO, TENENTE AFONSO DO. — Usos e costumes, contos, crencas e medicina popular. Imprensa Portuguesa, Porto, 1930, 20 páxs. em 4.º. Separata da «Revista Lusitana», vol. XXVIII.
A maior parte do recolhido pelo pre-historiador e folklorista Afonso de Paço neste fascículo pertence à região miñota, sendo, por tanto, de grande proveito a Galicia para fazer preciosa laboura comparativa. Outras manifestações do saber popular são do Alentejo e poucas do Algarve. Bem faz o erudito escritor em ir dando a conhecer matérias tão variadas e tão curiosas da rica literatura popular do seu país e usos e costumes que não tardarão em ser desprazados. F. B. B.
BIBLOS, Janeiro e Fevereiro, 1931.
SUMÁRIO: Gago Coutinho, Desdobramento da derrota de Vasco da Gama nos «Lusiadas». — Manoel de Sousa Pinto. Gonçalves.
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Picente Risco
Abogado
Santo Domingo, 47-2 OURENSE
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A hixiene nos nenos
é a garantía da sua saúde física e
moral o día de mañá.
No diario aseo dos nenos empree o
“Jabón Sales de la Toja”,
único que ás suas altas calidades
meiciñás xunta toda a finura e pre-
fume d'un xabón de tocador.
Contribuie ó perfecto desen-
rolo das criaturas e evita o perigo da escrófula e
o raquitísmo.
JABÓN
LA TOJA
ÚNICO EN EL MUNDO
O Xabrón da Toxa
é o mellor.
Honra á Galicia no
mundo enteiro
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NÓS
Arquivo Filolóxico e Etnográfico de Galiza
FOLKLORE DE SAN ANDRÉS DE SOMOZA, CONCELLO DA ESTRADA, EN TERRA DE TABEIRÓS
Por F. Bouza-Brey
(Recitadoras: Arminda Louzao, Manuela Coto, María Núñez, Dolores Rey, Xosefa Coto e moitas máis dos lugares de Carballeira, Azureiros e Chán da Aldea).
CANCIÓN DE REISES (1)
Primeiro Coro
Escuchen, señores,
un caso excelente
de los tres Reis Magos
parten del Oriente
a adorar al niño
que está en el portal.
Segundo Coro.—Estribillo
Estrella los guía
que allí ha de estar
la cara del niño
para presentar
envuelto en un vuelo (sic)
le van a adorar.
Primeiro Coro
De los claros cielos
nació clara estrella
por gracia divina
siguieron por ella
y por ella fueron
al santo lugar.
Segundo Coro
Estrella... etc.
Primeiro Coro
Allí está Belén
que es portal sagrado;
allí está Belén
pobre derrotado
Corte celestial
donde lo hallar.
Segundo Coro
Estrella... etc.
Primeiro Coro
Los rayos de luces
van por los balcones
ellos van diciendo
a los corazones
envuelto en un vuelo
lo van a adorar.
Segundo Coro
Estrella... etc.
Primeiro Coro
Hallaron María,
San José con ella
no hallaron al niño,
lo tenía ella
envuelto en un vuelo
lo van a adorar.
Segundo Coro
Estrella... etc.
(1) Asegún o ilustre folklorista D. Eduardo M. Torner, istes reises pertencesen. Escritor do século XVI Xohán del Encina, constituído curiosa adaptación popular con interesantes variantes galegas de unha canción cortesana.